Vasco Cordeiro: Termos um governo da República que está disponível nas horas menos boas é de um valor incalculável

O Presidente Vasco Cordeiro defendeu a importância de se ter um Governo da República que cumpra com as suas obrigações – como aconteceu na legislatura que agora termina, em que se acabou com a discriminação dos Açorianos no acesso à saúde e no financiamento das Obrigações de Serviço Público no transporte aéreo interilhas -, mas sublinhou o “valor incalculável” de se ter um Governo presente “nas horas menos boas”.

“Não se diga que isto agora aconteceu assim porque estamos à beira das eleições”, acrescentou o Presidente dos Socialistas nos Açores, recordando o que aconteceu com as intempéries dos finais de 2015: “O Governo da República anterior, do PSD e do CDS, a um pedido de ajuda do Governo Regional, para fazer face a calamidades, disse: vão à banca que é lá que têm dinheiro”. Já o Governo de António Costa, “esteve presente nessa altura disponibilizando ajuda e esteve presente agora, e disponibilizou também ajuda para conseguirmos reerguer as zonas da nossa Região – isso é de um valor incalculável”, acrescentou.

Vasco Cordeiro discorda de quem possa achar que a Região deve estar grata pelas ajudas: “Nós não temos que estar gratos, por estas ajudas, nós temos é que estar gratos por termos um Partido Socialista na República e um primeiro-ministro, António Costa, que têm uma consciência muito clara daquelas que são as suas obrigações e os seus deveres para com os portugueses que vivem nesta parte do território nacional, para com os Açorianos que vivem nestas ilhas”.

No comício de encerramento da campanha para a Assembleia da República, realizado esta quinta-feira à noite, Vasco Cordeiro apelou ao voto dos Açorianos: “É motivo para darmos força ao Partido socialista, para darmos força a esta candidatura liderada pela Isabel Rodrigues – porque esta candidatura tem todas a condições, e toda a vontade, de dar seguimento ao trabalho inestimável que Carlos César fez, durante estes quatro anos, de ajudar os Açores sempre que é necessário, de ajudar os Açores acima de tudo, de pôr os Açores sempre na dianteira deste trabalho”.