“PS vai continuar a aumentar pensões mais baixas”, garante Lara Martinho

“O aumento das pensões dos escalões mais baixos e o aumento do Complemento Solidário para Idosos (CSI) serão duas importantes medidas a desenvolver na próxima legislatura”, afirmou Lara Martinho, à margem da visita que efetuou esta quarta-feira ao Centro Comunitário de São Brás, no concelho da Praia da Vitória, ilha Terceira.

A candidata do PS/Açores às Eleições Legislativas nacionais do próximo dia 06 de outubro esclareceu que esses aumentos efetuar-se-ão “no estrito respeito pelas regras definidas na lei de bases da Segurança Social, que tem sido elogiada a nível europeu”.

“Esta estratégia de aumentos só é possível porque este governo tem vindo a trabalhar para assegurar a sustentabilidade da Segurança Social num contexto de envelhecimento da população portuguesa”, lembrou a candidata socialista.

Sublinhando que “as políticas implementadas ao longo desta legislatura demonstraram que era possível outro caminho que não o da austeridade”, Lara Martinho recordou que a política económica deste Governo, assente numa efetiva recuperação do rendimento das famílias, permitiu a recuperação do emprego e dos salários e, por conseguinte, o crescimento das contribuições e quotizações para a Segurança Social, salvaguardando a sua sustentabilidade futura. Este novo caminho garantiu o regresso das atualizações de pensões e do seu aumento, contrariando o ataque aos pensionistas realizado pelo Governo do PSD na anterior legislatura”

A atual deputada socialista à Assembleia da República referiu, especificamente, as medidas que permitiram “aumentar o Complemento Solidário para Idosos, garantir que os idosos açorianos que recebem o Complemento Regional de Pensão deixam de ser prejudicados no acesso ao Complemento Solidário para Idosos, e aumentar as pensões de reforma, quer com as atualizações automáticas, quer com os três aumentos extraordinários, quer com a eliminação da sobretaxa.”

Para Lara Martinho, “é esta trajetória de valorização real dos rendimentos dos pensionistas dos escalões mais baixos que queremos continuar.”