“PS é garante da estabilidade e coesão social”, defende Isabel Almeida Rodrigues 

Isabel Almeida Rodrigues defendeu esta terça-feira ser fundamental “dar força ao PS para que não existam retrocessos, para que, aqueles que antes do PS cortaram pensões e puseram em causa o bem-estar dos idosos e dos reformados, não regressem ao Governo e voltem a pôr em prática um projeto político altamente prejudicial aos idosos e reformados”, referiu a candidata do PS/Açores às Eleições Legislativas nacionais do próximo dia 06 de outubro.

Isabel Almeida Rodrigues, que falava à margem da visita ao Lar D. Pedro V, na Praia da Vitória, reafirmou, ainda, que a lista que encabeça à Assembleia da República quer “continuar a pugnar pela defesa dos direitos dos nossos idosos e prosseguir com um projeto politico com a marca social do Partido Socialista, que não deixa ninguém para trás e que dará grande atenção aos idosos”.

Não esquecendo que foram os idosos a faixa etária que mais sofreu com o governo anterior, Isabel Almeida Rodrigues destacou o trabalho positivo dos últimos quatro anos, da governação do Partido Socialista.

“Na última legislatura foi implementado um conjunto de medidas que vieram, não só valorizar os seus rendimentos, por exemplo, acabando com os cortes nas pensões, mas também, aumentando o Complemento Solidário para Idosos e, no caso particular dos Açores, garantindo que os idosos que recebem o Complemento Regional de Pensão não são prejudicados no acesso a essa medida nacional”.

Para a candidata socialista, aquilo que está em causa no próximo dia 06 de outubro, é se os Açorianos pretendem prosseguir este caminho, “onde as pessoas são tratadas com dignidade, onde aos idosos reconhecemos que, após uma vida inteira de trabalho, lhes devem ser conferidas condições para viver essa fase da vida de uma forma digna e com bem-estar. Temos de decidir se queremos que o País continue a ter condições para fazer investimentos nas respostas que são necessárias para atender às necessidades da nossa população mais idosa, numa altura em que o País enfrenta um desafio demográfico muito importante, o qual exige capacidade de diálogo, de consenso e a estabilidade politica que só o PS está em condições de garantir”, defendeu.